Fui realizar a manutenção de um computador numa chácara em Joaquim Egídio, Campinas. Como não tenho carro, tive de ir de ônibus. A chácara ficava afastada e andei um bom pedaço a pé. Era um lugar bem bonito e isolado. Cheguei lá e quem me recebeu foi o dono, Alberto, cerca de 30 anos. Ele me deu uma descrição do problema que o computador estava apresentando, me mostrou onde ele se encontrava e depois saiu, indo para o quintal. Depois de quase uma hora eu consegui resolver o problema e fazendo uma varredura no HD para encontrar vírus e outras mazelas, encontrei uma pasta onde haviam diversos vídeos e fotos. Todos relacionados a gays e transexuais. Olhando a prateleira ao lado do DVD também pude ver dezenas de filmes do gênero. Nada contra as preferências do cara. Recolhi meu equipamento e fui procurá-lo para cobrar o serviço. Ao chegar ao jardim me deparei com algo inesperado. Alberto estava sentado nu à beira da piscina e um outro cara estava dentro dágua, também nu, chupando ele. Fiquei estático olhando aquela cena. Foi quando o Alberto me viu.
“Algum problema?”
“Não. Já resolvi o problema e estava lhe procurando para entregar a nota do serviço e para receber.”
“Deixa eu ver isso.”
Me aproximei dele para entregar a nota e o outro cara não parou de chupá-lo. Fiquei em pé ao seu lado enquanto ele examinava a nota.
“Baixa ai. Não dá pra gente conversar assim. Quero saber qual foi o problema.”
Agachei a seu lado e comecei a explicar o problema, foi quando o rapaz dentro da piscina e puxou, fazendo eu cair dentro da piscina. Fiquei louco da vida com aquilo e quando estava para sair da água, o cara passou a mão no meu cacete por sobre a calça e viu que estava durinho.
“Ele tá excitado. Deve ter gostado do que viu.”
Quando cheguei na borda lá estava o Alberto esperando.
“Gostou do que viu? Vem experimentar.”
Ele puxou minha cabeça e enfiou seu cacete na minha boca. Tentei resistir mas acabei desistindo e tive que chupá-lo. O outro cara, Lúcio, tirou minha roupa dentro dágua e ficou alisando meu cacete. Alberto se deitou e eu sai da piscina.
“Continua chupando.”
Não tinha como negar pois não tinha como sair dali e o jeito era fazer o que ele mandava. Me ajoelhei e comecei a chupa-lo. O Lúcio saiu da piscina e começou a alisar minha bunda e meu cacete.
“Alberto, o rabo dele não é fechado. Ele já deve ter experiência.”
“Experimenta então. Se for bom depois é a minha vez.”
O Lúcio se posicionou atrás de mim e foi enfiando seu cacete. Ele ficou me comendo enquando eu chupava o Alberto. Depois de um tempo foi a vez dele me comer.
“Ele tem um rabo gostoso. Experimenta ai Alberto.”
Ele me puxou pra cima dele e eu sentei no seu cacete e fiquei cavalgando. Lúcio se levantou e deu seu cacete pra eu chupar. E ficamos ali daquela forma por um tempo.
“Lúcio, abaixa ai que ele vai foder você agora.”
Ele se abaixou e ficou de quatro e fui por trás dele e comecei a fode-lo enquanto ele ficava chupando o Alberto.
“Vamos fazer um trenzinho Alberto. Fode ele.”
O Alberto veio por tras de mim e começou a me penetrar. Ficamos ali fazendo um trenzinho até que finalmente gozamos os três. Depois disso pulamos na piscina e quando minha roupa secou me troquei e fui embora.
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