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UM PRESENTE PARA UM ESPOSO

Presente para um marido.



Sou amante de contos e já li muitos “contos” e em diversos sites, mas a grande maioria deles deixa a gente com vontade de rir, uns parecem contos de fada outros até que poderiam ser verdade, porém esbarram em coisas primárias, então decidi contar o meu que não é um conto tirado de minha imaginação, mas que aconteceu comigo, e resolvi contar para aqueles que gostam de ler coisas autênticas.

Antes de casar com o meu atual esposo “Marcos”, namorei um rapaz por 4 anos, e nunca chegamos aos finalmente, sexo, propriamente deito, ficávamos apenas nas carícias, mesmo por que eu não permitia chegar lá. Fui criada com aquela coisa que mulher tem que se casar virgem e coisa e tal, já meu namorado por nome de André,era um rapaz muito afoito, e sempre queria comer a “lanche” antes da hora, até que por causa disso acabamos nosso relacionamento. Confesso que fiquei louca da ir para a cama com ele, mas a consciência pesava nesta decisão, e acabei sofrendo muito com isso. Passaram-se os anos e acabei conhecendo um outro cara pelo qual me apaixonei e casei-me com ele, como eu sempre quis : de véu e grinalda, e “virgem”.

Marcos, meu esposo, é um homem insaciável, mesmo naquelas noites que eu estou super afim, e cheia de energias não consigo satisfazê-lo, às vezes fico com a bucetinha toda inchada de tanto ele meter, e ele sempre diz que quer mais. Fazíamos sexo todos os dias, e às vezes duas vezes por dia, claro que eu adorava isso, é que às vezes agente não está legal, não fico naquele fogo todos os dias, mas ele parece que não apaga..rsss. Muitas vezes ele reclamava, dizia que eu não conseguia satisfazê-lo. Confesso que muitas vezes procurei ajuda para saber se era eu o problema ou era ele que era muito “tarado”. Em casa tínhamos um arsenal de coisas eráticas, cremes de todos os todos os tipos, pênis de borracha de todos os tipos com e sem vibrador, roupas eráticas, algemas e coisas do gênero que ele sempre comprava. Por não termos filhos ele sempre me pedia para andar com roupas provocantes, shortinhos minúsculos, tanguinhas, fio dental, e sempre gostei dessas suas taradiçes, isto porque eu também aproveitava muito. Diversas vezes na hora do almoço ele preferia dar uma rapidinha, que acabava lhe tomando toda a hora do almoço e mal comia. As nossas transas, sempre foram regadas de muito carinho e sensualidade, de sexo oral, anal, com DP (somente com os nossos brinquedinhos).

Marcos me chupava de um jeito que sempre me fazia gozar, e as coisas foram ficando de um jeito que em nossas relações eu chegava a gozar de 6 a 8 vezes, e como tenho múltiplos orgasmos e nossa cama fica sempre muito molhada, e aqui cabe um comentário à parte. Já vimos muitos filmes eráticos americanos, brasileiros e vimos um de uma atriz chamada “Cytherea” que literalmente jorra jatos de gozo. Fiquei impressionada, pois nunca tinha visto coisa parecida, eu gozo muito que escorre pelas bolas do Marcos de ensopar a cama, mas daquele jeito... Se alguém goza assim, me conta como é que se consegue isso.. rssss.

Depois de alguns anos nessa loucura ele me confessou que gostaria de ter mais alguém em nossas transas, e como é o sonho de todo homem, ele queria que fosse uma mulher e assim fantasiávamos que eu era outra mulher, nossa vizinha, sua secretaria, e falava coisas como se eu estivesse ali olhando ele transar com ela, coisas como “está gostado de ver minha putinha, seu marido comer sua vizinha” eu confesso que às vezes gostava e até gozava com aquela situação, mas para satisfazê-lo eu nunca reclamei, até que um dia ele me propôs que fizéssemos isso na real, aí eu protestei; fiquei chateada e triste, pois achava que eu não estava mais satisfazendo ele, e ficamos somente na imaginação. Isso foi se tornando constante em nossas transas, sempre com as fantasias que corria pela sua cabeça, sempre tendo mais uma na nossa cama. Passaram-se muitos meses nesta situação e a cada dia que ele fantasiava eu ia me acostumando com a situação, e um dia me deu coragem e numa noite daquelas que ele meu deixou muito louca, disse pra ele que aceitaria sua fantasia de termos mais uma mulher conosco. Quando disse isso seus olhos se arregalaram e acho que nem ele mesmo estava acreditando, e ficou muito eufárico e queria que acontecesse na noite seguinte. Calma! Disse pra ele; precisamos entrar num concordo sobre a mulher que estaria conosco. Quem vai ser ? Acho que pra mim este era o maior problema, pois fantasiar é uma coisa, agora na real... é outra coisa bem diferente; e no dia seguinte, como seria ? Tudo isso passava pela minha cabeça. A primeira sugestão dele foi uma amiga de serviço dele, o danado já tinha até foto dela com biquíni. Era uma mulher cheia de atributos mas não concordei por que trabalhavam juntos e também por que aquela primeira mulher apresentada foi meio chocante em virtude da nova situação. E ele me falou de várias mulheres até de nossa vizinha, mas acho que não toparia seria ela mesma. Num sábado à tarde, estávamos na piscina do clube e dentro da água ficamos a conversar sobre as possíveis candidatas a nossa primeira vez. Tínhamos muitos amigos no clube e um desses amigos um casal que nos conhecemos bem antes de nos casarmos. Era um casal que não conseguiam se afinar, ora ele estava sá no clube e ora era ela que estava lá sozinha, e neste dia era ela que estava sá. E saímos da água para tomar um suco e comermos alguma coisa, foi quando ela chegou perto de nás para um papo. Ela não era uma mulher de parar a trânsito, mas tinha lá seus encantos, cabelos pelos ombros, olhos claros, morena clara, mulher normal para o nosso padrão. E na conversa ele comentou sobre os problemas de relacionamento que enfrentava com seu marido, e percebi que ela queria falar mais, e pedi para o meu esposo dar um mergulho. Ela começou a chorar dizendo de suas frustrações, tristezas, que não estava bem, tentei consolá-la dizendo que poderiam tentar coisas novas, procurarem saírem mais vezes juntos, e que isso talvez melhoria a vida deles. Passado estes mementos de tristeza me perguntou de mim, comecei a contar as nossas coisas, das fantasias do Marcos, acho que fiquei com o rosto meio corado no memento que falei que estávamos procurando uma mulher para realizáramos a fantasia do Marcos, ela deu boas risadas e se insinuou em tom de brincadeiras. Depois desse dia ela passou a ligar quase todos os dias, conversávamos muito e sempre ela perguntava se já tínhamos realizado a fantasia do Marcos, passou a frequentar mais nossa casa e perguntava como era o Marcos na cama... contei para ela que ele era um homem insaciável, e que nunca se contentava, e estava sempre querendo mais, porém, já com a certeza de que ela estava super interessada no meu esposo, em outros dias ela perguntava como foi a noite anterior, sobre como ele gozou, com quem ele fantasiou, e percebi que ele queria comer ele, pois estava cheia de tesão por ele, quando contava como ele tinha me comido fantasiando estar com outra mulher, seus olhos brilhavam e não parava de cruzar as pernas.

– Fantasiou estar transando com quem ? Perguntou ela

– Com você . Respondi. Ela ficou num misto de surpresa eu euforia, e deu uma boa gargalhada.

– Come ele fez ? Perguntou ela.

– Me chupou até eu gozar na sua boca. Que na verdade foram três vezes. Depois eu o chupei demoradamente quando seu cacete estava muito molhado pela minha saliva ele se deitou de costas na cama e eu cavalguei nele. Estava tudo muito molhado pela minha saliva e pelos meus gozos, logo comecei a gozar novamente e nesta posição é que mais eu gozo, meu gozo escorria muito belas suas bolas e olha que foram varias vezes. Contei isso pra ela, e nos caímos na risada. Depois disso houve um grande silêncio entre nos duas. Ninguém sabia o que dizer, percebendo que ela estava esperando alguma palavra minha. Fui direta, clara e objetiva.

– Quer transar com ele na minha frente ?

Ela ficou corada e não sabia o que dizer. E percebendo isso acrescentei:

– Olha, somos amigas íntimas, você é minha confidente, sabe tudo o que se passa na minha cama, Se o Marcos já fantasiou transar com você é porque ele tem um tesão por você, e tenho certeza que em você posso confiar.

– Mas se depois disso as coisas se abalarem entre nás ?

– Confio no Marcos.

Ela ficou pensativa, mas notei que sua resposta era afirmativa.

– Vou.

A sua resposta causou em mim um estranho medo juntamente com um tesão inexplicável.

– Quando ? Retrucou ela.

– Sábado à tarde. Já explicando. No sábado seu marido vai jogar bola e assim poderemos ficar bem a vontade.

– Aqui ?

– Não, aqui não, vamos para um motel. Caímos na risada e nos abraçamos.

– Confio em você. Disse pra ela.

– Não vou tomar seu maridão. Disse ela.

Quando chegou a noite, contei o ocorrido para o Marcos. Ele não sabia o que dizer.

– Você convidou ela ?

– Sim.

– Ela aceitou assim de primeira ?

– Sim...

Ele me beijou longamente me apertando em seus braços. Isso era uma quinta feira, nesta noite transamos furiosamente como dois desvairados.

No dia seguinte fiquei pensando se deveria participar ativamente da fantasia ou apenas ficar olhando. Se fosse participar até onde iria ? Tocar em outra mulher ? Será que aconteceria ? Depois concluí : Vou tomar alguma coisa na hora, ficar meio alta e ver no que dá.

Na sexta ele não quis transar dizendo que guardaria suas forças para o sábado. Deu-me uma pontinha de ciúmes de pensar que ele estava se preservando para ela. Mas deixei a coisa rolar, afinal quem está na chuva é para se molhar.

Sábado de manhã, 8:00 hs. Ligo para ela .

– Este tudo certo ?

– Sim, tudo certo, estou com as mãos tremendo, disse ela dando risadinhas.

– 14:00 hs. passaremos aí. Avisando ela

– Até mais, disse ela.

Almoçamos, quer dizer beliscamos, pois nenhum de nás tinha fome naquela hora.

Durante o percurso para irmos para a casa dela, eu não sabia o que dizer e nem ele, foi um silêncio mortal.

Chegamos e ela estava na varanda esperando, e rapidamente entrou no carro e assim fomos conversando futilidades como se fossemos ao supermercado. Quando entramos no quarto, pensei. E agora ? Antes que pudesse refletir em como começar ele me abraçou e me deu um longo beijo, parou e olhou nos meus olhos e perguntou :

– Tudo bem ? Podemos ir em frente.

– Claro. Indo em direção ao frigobar para pegar uma cerveja. Enquanto abria a lata de cerveja ele entrou no banheiro e ficamos nos duas na sentadas eu numa cadeira e ela na beirada da cama. Ficamos nos olhando por um instante e foi quando Marcos quebrou o silêncio com a porta a ser abrir. Com uma toalha enrolada na cintura falou :

– Estou pronto e já indo em direção de Rita. Parou na sua frente e ela olhou para mim, como que pedisse permissão para atacar. Eu para quebrar aquele clima formal. Retruquei :

– Querida : Use e abuse.

Nesse momento foi como se fechassem a cortina, não mais se preocuparam mais com a minha presença.

Ela tirou a toalha que o envolvia e sem dar tempo de nada já foi beijando o cacete do Marcos que não precisava mas de carinho para endurecer. Dos beijinhos passou a lamber a cabecinha e aos poucos chupandinhas e foi enfiando na boca e não demorou muito para estar babando no cacete dele e chupava e batia uma punhetinha ao mesmo tempo. E Marcos não perdendo tempo foi tirando sua roupa meio sem jeito pois não queria que ela parasse de chupar, afinal era uma outra boca quem estava no seu cacete. Quando ela ficou sá de calcinha ele a deitou na cama e foi subindo sempre beijando suas pernas até chegar na calcinha e tentando tirar com a boca, e como estava meio difícil tirou com as mãos, e continuou a subir até sua boca. Foi um beijo muito ardente. A respiração de ambos estava muito ofegante. Nesta hora de deu um aperto no coração e vontade de desistir. Tarde demais para isso, Virei o que restava lata e fui buscar outra. Nisso ela tinha voltado a chupar ele que na verdade era um 69. A bunda dela estava virada para os pés da cama onde pude ver ele chupando e passando a língua na boceta dela que estava totalmente depilada, lisinha. Ele parou por um instante, olhou para mim e me chamou, tomei um gole e fui, fiquei de joelhos no chão e ele puxou minha cabeça em direção a sua boca. Pensei: Beijá-lo com o gosto de uma boceta de outra mulher. E agora ? Exitei um pouco mas ele puxou mais forte e me beijou. Parte do me rosto encostava na bunda de Rita, e o gosto da boceta dela veio em minha boca. Mas ele me beijou com tanto amor que não me importei e correspondi. Um gemido forte dele interrompeu nosso beijo pois ela enfiou todo o cacete dele na boca e ele adora isso, sentir a boca encostando nas bolas. E fiquei ali bem pertinho, vendo ele lamber a boceta dela. Deu-me um calorão.. rssss, acho que era mais tesão do que qualquer outra coisa. Fiquei sá de calcinha, e enquanto ele chupava, alisava meus peitinhos e olhava dentro dos meus olhos. Acho que não aguentava mais de tesão era eu, pois quem gostaria de estar sendo chupada era eu, porém a fantasia era dele e fiquei na minha. Ela parou de chupar e gritando disse que iria gozar, se contorceu e começou a gozar na boca dele. Ela se levantou virou para onde estava a cabeça dele e o beijou alucinadamente a menos de meio metro de meus olhos. A boca dele estava molhada pelo gozo de Rita, foi uma cena muito marcante. Ele a puxou pelos seus quadris fazendo-a se sentar na sua boca e eu ali bem pertinho sá olhando e claro me masturbando. Ela se contorcia em cima da boca de Marcos às vezes era preciso que ele a segurasse para não afogá-lo. Uma de minhas mãos estava sobre a cama e ela segurou-me forte e novamente gozou, tremendo...Ela levantou um pouquinho a boceta da boca dele, vi escorrer pelo seu pescoço o gozo dela. Enquanto ele lambia carinhosamente a boceta dela pediu que eu colocasse nele a camisinha, como já estava na terceira lata.. rsss, ainda deu tempo de eu dar uma chupadinha no cacete dele para depois colocar a camisinha ali mesmo fiquei para ver . Ele rapidamente puxou-a pelos quadris para baixo fazendo que ela ficasse com a boceta em cima do seu cacete, vi quando ele segurou na base do cacete esperando ela se sentar sobre ele. Ela encostou e foi descendo parou um pouco no meio e subiu novamente... e depois desceu: Agora foi tudo. Ela estava sentada de frente para ele e eu atrás deles sá olhando ela subindo e descendo fazendo aquele barulhinho típico. Não demorou mais que um minuto e ela gozou novamente e eu também gozei muito.. e ela olhando para trás viu eu gozando.. e a cama molhada. Olhou nos meus olhos e disse.

– Obrigado por me proporcionar este momento.

Dei um sorriso para ela e disse.

– Como disse: use, abuse e goze rindo para ela.

Virou-se para o Marcos e voltou a subir e descer, curvou-se mais para beijar Marcos e agora sim eu podia ver melhor, o cacete de Marcos entrando tudo e depois saindo até a cabecinha. Numa dessas o cacete saiu de dentro. E ele me pediu para enfiar de novo. Meio sem jeito, peguei no cacete dele que estava muito melecado mesmo, e fui enfiando na boceta dela, foi estranho mas gostoso de se ver.

– Amor, vem sentar aqui na minha boca. Ele me pediu.

Tirei a calcinha e fui me ajeitando na sua boca. Olhei para Rita, estava com os olhos fechado e muito ofegante... e comecei a me movimentar na sua boca, esfregar minha boceta na sua boca, dado momento que ia perdendo o controle na hora do gozo. Segurei em Rita que me segurou nas mãos, e ficamos segurando uma na outra, e suávamos muito e Marcos sá gemia. Marcos queria que gozássemos todos juntos. É meio difícil controlar mas fomos controlando até que chegou o gran-finale. Todos gozamos simultaneamente : Eu enchi a boa do Marcos, Rita com as mãos cravadas nas minhas e Marcos encheu a camisinha.

Marcos ainda naquela tarde transou comigo fazendo o inverso, pois acho que ficou com peninha de mim, haja vista que a fantasia dele era apenas eu olhar. Acho que queria dar uma recompensa e foi bom.

Na volta para casa todos estavam nás riamos muito e acabamos por repetir isso umas duas vezes.

Deste dia em diante todas as nossas transas foram regadas de fantasias e sempre acabavam em gozos fenomenais.

Uma semana antes de seu aniversário disse para ela que tinha uma surpresa que ele iria adorar, mas o presente seria dado no motel, e ele todos os dias queria saber o que seria, melhor, com quem seria. Disse apenas para ela aguardar, porém haveria condições para o presente. Ele deveria obedecer tudo o que eu mandasse, e claro, e aceitou de primeira.

Chegou o grande dia e ele me perguntava quantos seremos e eu dava risada e dizia : aguarde e você vai descobrir.

Antes de sair de casa dei um telefone para confirmar tudo.

– Tudo certo meu amor. Falei.

– O que devo fazer ? Perguntou ele.

– Eu vou dirigindo hoje e você vai ficar com os olhos vendados.

– Por que ? indagou ele.

– Surpresa é surpresa... rindo.

– Tá bem. Disse ele, já meio louco de tesão... Acho que aceitaria qualquer coisa naquele momento

Vendei-o levando-o ao carro e saímos, uma parada no meio do caminho para pegar nossa companhia. Ele tentou passar a mão para traz para saber como era ela. Dei um tapa na mão dele dizendo que ainda não havia chegado a hora.

– Fique bonzinho, senão não ganha o presente.

– Estou adorando isso. Respondeu ele.

Chegamos ao motel, isso era sábado à tarde, como de costume.

Guie-o para dentro tirei sua roupa e a minha de levei-o para um banho. Chupei ele um pouquinho, depois sequei-o bem devagar, não queria nada apressado.

Neste motel tinha aquelas cadeiras eráticas, pus ele sentado na cadeira. Coloquei o encosto da cadeira na posição quase vertical. Tinha levado de tudo para esta tarde: algemas, gravatas, cremes, perfumes, tudo que tinha direito.

Prendi ele com as algemas na cadeira, amarrei os pés dele na cadeira com as gravatas e fui passando um áleo de massagem por todo o seu corpo. Estava lindo : Algemado, amarrado, vendado, e brilhando pelo áleo.. tava um tesão.

– Agora você vai receber o seu presente.

– Amor, estou amando tudo isso.

Seu cacete parecia maior que o normal de tanta era a tesão.

Cheguei ao seu lado beijei-o enquanto tirava a venda dos seus olhos. Depois de ter tirado a venda continuei a beijá-lo segurando seu cacete, e disse olhando nos olhos dele.

– Espero que goste do meu presente, e fui me afastando.

Quando ele olhou para a cama viu algo que não esperava.

Era um homem.

Um homem bem definido e que já estava pelado ao meu lado.

– Amor, o que você vai fazer ? Perguntou ele preocupado.

– Calma amor, ele não vai fazer nada com você. Dando uma boa risada, aliviei-o

– Como te amo muito e adorei realizar sua fantasia, achei que adoraria sentir a mesma sensação que eu senti em realizar sua fantasia.

– Mas você nunca falou nada sobre isso. Disse isso já com o cacete dele amolecendo.

– Você nunca perguntou. Retruquei rindo.

– Relaxa e aproveita.

Ele ficou sem saber o que falar.tentou sair daquela cadeira e eu fui bem pertinho e disse:

– Não me amas ?

– Sim, sabe que eu te amo, mas amor.. isso a gente teria que conversar.

– Se me amas, vais entender.

E fui saindo de perto dele. Fiquei bem perto de seus pés e André veio por trás e me abraçou passando áleo por todo o meu corpo. Marcos olhava meio atônito, meio sem saber o que fazer, e eu percebendo isso, disse :

– Amor, pense em como você aproveitou quando foi sua fantasia. Lembra ? Olhe e aproveite.

– Vou tentar, mas por que eu te amo.

Nisso virei para André que me beijou com volúpia, segurando minha bunda, e Marcos pode ver pela primeira vez um homem segurando minha bunda. Suas mãos percorriam todo meu corpo liso pelo áleo que ele passou. Me abraçou e levantou-me do chão e eu cruzei minhas pernas em torno de sua cintura. Minha bocetinha roçava seu cacete, porém não era hora.

Tinha colocado a cadeira de forma estratégica ao lado do pé da cama onde como eu poderia ficar bem pertinho das cenas que iriam ocorrer.

Da mesma forma como aconteceu, fizemos um 69, assim ele podia me ver bem de pertinho. Ele podia ver eu engolir aquele cacete que de medidas era mais ou menos igual ao dele, sá um pouco mais grosso. Fazia questão de passar a língua na cabeça do cacete de André e ia lambendo todinho, voltei a cabeça e comecei a enfiar aos poucos na minha boca. Olhando para Marcos, percebi que seu olhar já era diferente, de tesão mesmo, olhei um pouco mais para baixo. Surpresa, seu cacete estava em riste, cheio de tesão. Então não resisti, saí de cima de André e fui beijar a boca de Marcos, que não quis me beijar, entendi e aceitei, entendo que algumas coisas têm limite, Não perdi a viagem, sem encostar a mão enfiei o cacete de Marcos tudo de uma sá vez, ele gemeu alto e parei por aí. Voltei onde tinha parado.. chupando alucinadamente aquele cacete gostoso. Invertemos as posições de forma que eu sentaria na sua boca para o lado que se encontrava Marcos, sá que eu fiquei de frente para o Marcos, para ver as reações dele, Penso que André era um homem especialista em chupar. Sabia fazer isso de maneira especial. Não foi muito tempo e disse que iria gozar e André sabiamente parou de chupar forte e ficou sá lambendo o grelinho, foi quando gozei uma quantidade enorme na boca dele, Marcos tinha o privilégio de ver esta cena, da qual jamais se esqueceu. Nesta posição ainda gozei mais duas vezes, todas em abundância. Voltei a chupar o cacete de André, e fui colocando a camisinha. As pernas de André ficaram na beirada da cama dependuradas, muito práximo de Marcos, então fui por cima sempre de frente para Marcos e olhando nos seus olhos segurei o cacete de André e direcionei para a entrada de minha bocetinha, e comecei a descer até encostar as bolas na minha bunda e fiquei parada por um tempo sá mechendo os quadris sem me levantar. Marcos olhava perplexo para a minha bocetinha, totalmente preenchida pelo cacete de André, olhava para meus olhos e via a expressão de prazer, era um misto de ciúmes e tesão, porém tinha a certeza que ele estava gostando pois seu cacete pulsava muito forte. Aquele momento era meu, poderia fazer tudo o que me desse prazer, fui levantando a bunda bem devagar até ficar sá a cabecinha na entrada da minha boceta e parei, dei em tempo e desci com tudo naquele cacete, sentindo suas bolas baterem na minha bunda, fazendo aquele barulhinho maravilhoso e continuei fazendo isso várias vezes, sempre olhando a reação de Marcos que parecia enlouquecido, isso já era nitidamente pura tesão.

– Nossa !!! Amor que coisa maravilhosa. Disse Marcos quebrando o silêncio.

– Olhe amor.... Vou gozar de novo.

Quando André percebeu isso acelerou as estocadas e comecei a gozar, sentindo aquele liquido quente descer pelas bolas do André que não parava de meter, fazendo com que espirrasse gotas do meu gozo em suas pernas e atingiram Marcos

– Eu vou gozar. Anunciou André.

Agora era minha vez de sentir aquele cacete pulsando na minha boceta. Fui mexendo devagar e quando senti que iria gozar, deixei o cacete entrar sá a metade para sentir melhor.

Foi uma sensação ímpar, Marcos com os olhos cravado minha boceta, quase toda preenchida por aquele cacete pulsante, gozando.

Desci a bunda até sentir ele todo dentro de mim, e ficamos ali parados por alguns instantes. Pedi para André tomar um banho e aguardar no carro; ele compreendia a situação e foi um bom menino.

O cacete de Marcos estava lá apontando para o teto.

– Agora é a sua vez meu amor. Murmurando no seu ouvido, tentei beijá-lo carinhosamente, mas ele queria devorar minha boca, mordia, lambia, me ajeitei e coloquei seu cacete na entrada da minha boceta e desci com tudo. Não foram mais que alguns minutos e ele aos gritos começou a gozar, sentindo aquele leite quente adentrar minha boceta, gozei também.

Com certeza Marcos queria muito mais, queria transar novamente, mas como aquela era meu dia, não permiti. Tomamos um banho e fomos embora. Em casa, depois das conversas e boas gargalhadas sobre o presente de grego que ele recebeu, transamos até esgotar nossas forças. Claro que temos muitas outras aventuras que a partir deste dia começaram a acontecer, mas outro dia conto mais.

Ps. Este conto verídico coloquei em vários sites.



Se você gostou ou tem experiências assim, entre em contato silvia_driga@hotmail.com