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TRAINDO MEU NAMORADO COM A NAMORADA DO AMIGO DELE

Outro dia fui a uma festa de família no prédio do meu namorado. A aniversariante estava completando 70 anos, então eu nem imaginava que a noite poderia acabar de maneira tão inusitada.

Lá pelas tantas o dj já tinha deixado de tocar música para animar à velharada e começou a agitar os jovens com sucessos das rádios e, claro, não poderia deixar de rolar o momento do funk. E foi nessa hora que o negácio começou a ficar bom para o meu lado. As meninas começaram a se empolgar empinando aquelas bundas gostosas até o chão, os homens aproveitando para dar uma sarrada nas amigas fazendo trenzinhos cheios maldade, mas tudo muito discretamente, afinal, a família de todo mundo estava por lá. Eu, do meu lado, não entrei em nenhum bonde, afinal de contas namorado e família estavam presentes, mas não pude deixar de reparar que a namorada de um dos amigos da galera não parava de me dar mole. Dançava olhando para mim, fazia carinha de safada e eu estava ficando muito curiosa para saber onde aquilo ia dar.

Eu deixei a pista e fui dar uma força lá no bar. E não deu muito tempo ela chegou... Se chama Mônica, e eu comecei a reparar o quanto ela é gostosa. Tem uns 24 anos, um corpão que não é magro nem gordo, e estava com uma dessas camisetas de malha, sem sutiã, com um peitinho durinho e o bico arrebitado que dava vontade de morder ali mesmo, na frente de todo mundo.

Perguntei o que ela queria e ela me respondeu com a maior cara de safada “você”. Eu nem acreditei que aquilo estava acontecendo. Ela não tem nenhum perfil de ser bi-sexual. Se bem que eu também não tenho, mas não perderia por nada uma chance como essa. Eu fiquei meio sem graça, porque tinha gente por perto, e brinquei dizendo então que eu ia me jogar para fora do balcão ali mesmo, e ela disse “então se joga e vem atrás de mim”, e saiu andando na direção da escada do prédio. Eu dei um tempinho para disfarçar e fui atrás dela.

Quando cheguei, ela me chamou lá de cima, tinha subido uns andares para ninguém ver, e quando cheguei até ela, ela me puxou e me deu o maior beijão. Delicioso, com uma boca macia, e um cheio de mulher gostosa. Eu correspondi o beijo e logo lembrei daquele biquinho de peito lindo arrebitado, então já fui colocando a mão por baixo da camisa e esfregando o bico. Que peitinho lindo!!! Comecei a mamar neles ali mesmo, mordendo o bico rosinha enquanto ela me encoxava bem gostoso. Ela roçava o joelho no meio das minhas pernas e dava uns gemidinhos gostosos a cada vez que eu mordia os bicos. Ela também tirou minha blusa e começou chupar meus seios morenos, maiores que os delas e eu já estava pirando de tesão quando um menino entrou na escada.

Era um adolescente que morava lá no terceiro andar do prédio. Conhecido dos nossos namorados. Primeiro ele ficou paralisado com a cena, depois reconhecendo a gente, ameaçou contar tudo para nossos namorados, se a gente não deixasse ele entrar na brincadeira. Já cheias de tesão a gente aceitou e fomos para a casa dele.

Entramos nas pontas dos pés até o quarto e eu e ela já nos jogamos na cama, tiramos nossas camisas e dissemos que ele ia ficar ali sá olhando por enquanto. Ele aceitou.

A gente se mamou por mais um tempo, respirando o perfume uma da outra, dando mordidas no peito e no pescoço, até que ela tirou minha calcinha e começou a me dedar. Eu estava encharcada de tanto tesão e comecei a rebolar no dedo dela. Tentei tirar a calça dela, mas ela não deixou, queria primeiro me comer, então ela já desceu e começou a me chupar e me dedar. Como ela viu que eu estava louca para ser penetrada, me levou até o menino que estava na cadeira ao lado, fez ele tirar as calças dele e me sentou no pau dele. Ai, que delícia. Era um pau grande, não muito grosso, mas eu podia sentir ele batendo lá no meu útero, me cutucando toda por dentro. Sentada naquele pau gostoso eu comecei a rebolar loucamente, o garoto apertava meus peitos quase até machucar enquanto enquanto ela me chupava, e não aguentei e gozei na boca dela.

Mesmo depois de gozar eu continuei rebolando na pica dele, que já estava quase explodindo, e agarrei a Mônica, dei um beijo bem molhado naquela boca gozada e tirei a calça dela. Que cena linda. aquela boceta toda depiladinha na minha frente, molhada e inchada com vontade de ser tocada. Comecei a enfiar meus dedos e a lamber a pontinha do clitáris dela, deixando ela com a perna bamba de tanto tesão. Enfiei quatro dedos nela e comecei a chupar muito. Aí, deitei-a na cama e o menino começou a me comer de quatro enquanto eu chupava aquela bucetinha raspadinha cheirosa demais. Até que ele não reisistiu e gozou em cima de mim.

Eu continuei chupando a gostosa da Mônica e quando ela estava quase gozando, a porta do quarto abriu. Era o pai do menino. Que ao invés de fazer cara feia veio direto para a cama me foder também.

Seu Ricardo, eu nunca imaginei de dar para ele. A gente se encontrava no elevador de vez em quando. É um cara de uns 45 anos, alto, meio barrigudo mas com cara de fudedor gostoso, e ele sempre olha as menininhas com cara de tarado.

A Mônica pediu para ficar de quatro para que ele pudesse comer nás duas ao mesmo tempo. E enquanto ele metia eu tocava uma siririca nela e o filho dele chupava nossos peitos. Cada estocada que ele dava na gente a gente ia à loucura. E o filho dele estava tocando uma punheta pra gente enquanto nos mamava. Estava uma delícia aquela suruba, e não demorou muito a Mônica gozou também. Aí o pai gostoso ficou sá me metendo. Ele bombou tão forte, tão rápido e tão gostoso que gozou em menos de um minuto. Aí eu pulei em cima do filho dele até gozar bem gostosinho com aquele pirralho que estava estourando de tesão.

Quando todos acabamos, ficamos deitados ali por uns minutos até que o namorado da Mônica telefonou para saber dela. Ela disse que nás saímos para comprar cigarros mas que já estávamos voltando para a festa.

Nos arrumamos, demos mais umas encoxadas no elevador e voltamos para a festa como se nada tivesse acontecido.

Depois disso passamos a nos ver regularmente e já vivemos mais aventuras coletivas que eu vou contar outra hora. É impressionante como duas mulheres atraem homens gostosos em qualquer lugar.