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A PRIMEIRA VEZ DE MINHA ESPOSA

Sou uma cara privilegiado. Tenho uma esposa linda e muito gostosa. Fui a primeira experiência sexual de Cláudia, uma mulher com 1,66m e 54kg, que nem de longe aparenta seus 37 anos, com quem me casei há 19 anos. Há algum tempo atrás comecei a provocá-la enquanto transavamos, falando de mulheres que eu achava que eram gostosas e até da minha cunhada, muito gostosinha por sinal. A vontade de transformar as fantasias em atos concretos começo quando ao sairmos à noite, Cláudia deixou de usar calcinhas, me deixando num misto de excitação e medo. Há duas semanas atrás resolvemos ir a um barzinho à beira-mar, moramos em Florianápolis, SC, e ao chegarmos lá ela deu um sorrisinho safado e disse em meu ouvido que estava sá com a minissaia e que também estava sem sutien, deixando seus seios cobertos apenas por uma blusinha de algodão fina, que expunha a sua bela barriguinha. Quase morri de tesão e preocupação ao mesmo tempo, pois temia que alguém notasse que Cláudia estava daquele jeito. Entretanto, com as bebidas e a música o medo desapareceu e ficou sá o tesão. Falavamos de assuntos diversos e reparei que Cláudia olhava para uma garota muito bonita que estava em uma mesa a poucos metros de nás. Cláudia então me disse que achava a menina linda e que estavam trocando olhares. Cláudia então levantou-se e foi ao banheiro, cujo acesso era pelo lado do balcão do bar e seguia até os fundos. Enquanto isto eu ficava me deliciando com a menina da qual Cláudia falara e que por sinal era muito linda mesmo. Ao retornar, Cláudia não podia disfarçar um sorriso, quando perguntei-lhe o que havia acontecido. Ela então contou-me que havia um rapaz bem bonitinho no caminho para o banheiro que a cercou e pediu-lhe o número do telefone. Cláudia contou então que entrou no banheiro e ficou rindo da ousadia do rapaz, mas que também foi invadida por um tesão enorme. Ao retornar à mesa o rapaz ainda a esperava e ficou parado em seu caminho praticamente implorando que lhe desse o número do telefone celular. Ao me fazer tal relato, perguntei o que ela achava e ela me disse que gostou, tanto do rapaz, quanto da situação excitante. Combinei com ela que fosse até o rapaz, que ainda encontrava-se no mesmo lugar, e dissesse a ele que a esperasse na esquina da rua de traz, pois iria levar-me para casa e sairia com a desculpa de ir a uma farmácia. Cláudia pensou por um segundo e levantou-se, seguindo em direção ao rapaz. Voltou rapidamente dizendo que ele concordara. Eu estava extremamente excitado, pois poderia realizar a minha fantasia de ver minha gostosinha transando com outro homem. E Cláudia, por sua vez, estava toda molhada, já que conheceria outro pau. Dirigimo-nos para o nosso carro, um Scénic, e andamos algumas quadras. Estacionei e passei para o porta-malas, onde poderia ver a minha esposa em ação sem que o rapaz ficasse constrangido com a minha presença, e eu também não queria passar por corno, por mais que o seja. Demos a volta e ela dirigindo chegou ao local combinado, onde já estava esperando o rapaz, que ao entrar no carro já foi dando um beijo no rosto de Cláudia e apresentando-se como Willian. la dirigiu até um local mais isolado, práximo de onde estavamos, e parou em uma rua sem movimento. Ele perguntou por que não iam para um motel e ela respondeu que havia dado a desculpa de ir a uma farmácia e que não poderia demorar muito. Ele deu um beijo molhado em Cláudia e sua mão foi direto aos seios, duros e de proporções perfeitas, notando que ela estava sem sutien. Ela pôs a mão esquerda no pau de Willian, acariciando-o por sobre a calça e dizendo para ele reclinar o banco. Isto já estava acertado entre eu e ela, pois assim eu teria plena visão de tudo. Ele baixou o encosto do banco e ficou praticamente do meu lado. Cláudia desvencilhou-se da blusa e da minissaia, enquanto Willian baixava as calças e cueca, liberando um pau muito duro. Cláudia passou sua perna esquerda por sobre o corpo de Willian e encaixou-se em seu colo, ajeitando com a mão o pau na entrada de sua bucetinha. Foi baixando o corpo devagar e recebendo o mastro em seu interior, o que arrancou um gemido de William. De minha posição pude ver a buceta de Cláudia engolir cada centímetro do pau de Willian, o que fez com que eu quase gozasse. Em movimentos suaves Cláudia iniciou um vai-e-vem gostoso e Willian massageava os seios dela. Os movimentos ficaram mais rápidos e Cláudia prevendo o gozo de seu parceiro, ficou imável, apenas beijando-o. Saiu de cima de Willian e passou a chupá-lo de forma fantástica, fazendo com que eu, mesmo sem encostar no meu cacete, quase explodir. Ele pediu para que ela também reclinasse o banco e abrindo-lhe as pernas passou a lamber o clitáris de Cláudia. Aquela visão era linda prá mim. Ela gemia, agora um pouco mais alto, quando pedia para que ele voltasse a seu banco, trepando em Willian novamente. Rapidamente os dois gozaram entre bocas e línguas, tendo Willian também sugado os peitos deliciosos de Cláudia. Ambos se refizeram e vestiram-se e ela dirigiu até o lugar onde havia pego Willian que despediu-se, agradeceu e novamente implorou para que Cláudia lhe desse o número do celular. Ela apenas sorriu e arrancou com o carro, parando um pouco a diante quando saí de meu esconderijo com os joelhos doendo pela posição, mas satisfeito com o show de sexo que vi. Fomos para casa e transamos até amanhecer. Todas as noites relembramos do ocorrido, da coragem que ela teve em aceirar a proposta e comandar o espetáculo, e gozamos diversas vezes.