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LOUCA POR NEGROS 2

Dois dias depois, encomendei mais umas compras na mercearia onde trabalhava o negro, mas não foi ele que veio fazer a entrega. Era outro negro, parecido fisicamente com o anterior. Assinei o recibo, paguei, e ele ficou me olhando, sorrindo. Eu estava vestida como no outro dia, e ele disse que não tinha terminado a entrega. Me agarrou, me jogou contra a parede e veio logo partindo para me enrabar. Como uma verdadeira vagabunda, abri as pernas e ele foi logo metendo. O pau era mais ou menos do mesmo tamanho do outro, mas um pouco mais grosso. O cara não quis nem saber, foi metendo com força, me rasgando o cu, até entrar tudo. Ali, eu não era uma patricinha loira, mas sim uma puta de negros. O cara me arregaçava de verdade, com força, e eu estava adorando. Sá queria curtir um pau preto no cu. Ele fez o mesmo que o outro. O cara metia no meu rabo com muita força, quase me partindo ao meio, falando um monte no meu ouvido, gritando, batendo em minha bunda, me deixando louca. De repente ele desengatou e me mandou ficar de quatro no chão. Obedeci, empinando a bunda, e ele veio novamente, encostando o pau no meu cu e empurrando tudo de uma vez. O cara metia com força, me puxando pela cintura, e eu rebolava e gritava sem parar, gozando uma vez atrás da outra, até que ele arrancou o pau de minha bundinha e me colocou para mamar. Eu caí de boca naquele picão negro até ele despejar toda a porra em minha boca. Eu engoli toda a gozada dele, que foi muita, e continuei chupando até ele ficar bem duro novamente. O cara então me colocou de frente para ele e começou a bombar em minha bocetinha, com força, me chamando de vagabunda e cuspindo na minha cara. Eu comecei a xingá-lo e cuspir nele, e ficamos nessa um bom tempo, trepando como dois animais. Quanto mais eu rebolava mais forte ele metia, e eu me jogava contra o negro, com força, batendo nossos corpos um no outro. Gritamos e gozamos juntinhos, com ele me enchendo de porra. Sentia escorrer tudo entre minhas pernas, e ele tirou pau de dentro me botando deitada para fazermos um 69. Nos chupamos loucamente, e ele rapidamente foi ficando de pau duro novamente. Me jogou na poltrona de pernas abertas e penetrou novamente meu cuzinho, sem piedade, me olhando nos olhos, xingando de puta loira de negro, entre outras coisas. Em seguida, tirou do meu cu já arrombado e meteu na bocetinha novamente. Depois de algum tempo bombando sem parar, me puxou pela cintura cravando até o talo, com força, e gozou novamente, me enchendo com sua porra deliciosa. Nos lavamos e ele foi embora, me deixando ali, largada e arrombada.