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OS POLICIAIS ESTUPRARAM MINHA NAMORADA

A histária que passo a narrar aconteceu no ano de 2000.



Eu e minha namorada, como não tinhamos dinheiro para pagar motel, acabávamos transando no meu práprio carro, um velho e bom corcel II.



Minha namorada era uma jovem loira muito bonita, seios firmes, quando saiamos adorava usar saias curtas pois sabia que nossas saídas sempre acabavam em gostosas transas no carro e ela queria facilitar.



Nás sempre iamos a uma estrada no caminho do aeroporto de São José dos Campos, uma área militar, bem escura, por onde depois das 22h00 dificilmente passava um carro e por ser área militar nos sentiamos seguros.



Como praticamente não passava carro nenhum tirávamos a roupa e ficavamos à vontade numa deliciosa transa.



Éramos bem corajosos, não tinhamos medo de assalto, ao contrário dos dias de hoje, em que somos casados, temos um filho, e não paramos o carro em nenhuma estrada escura, pois morremos de medo de assalto ou outra eventualidade.



Enfim, estávamos deitados no carro nús, quando num piscar de olhos vejo uma luz vindo na contramão, era o carro da PM que parou bem ao meu lado.



Sem sair da viatura os caras perguntaram o que eu estava fazendo ali.



Assustado disse que estava passando o tempo apenas.



O policial olhou para mim e disse:



- Mas sázinho?



- Não - respondi - estou com minha namorada.



Eu não havia percebido que ela tinha se abaixado e não poderia ser vista por eles.



Quando respondi que estáva com minha namorada o PM imediatamente mandou que ela se levantasse.



Iluminou o rosto dela com uma lanterna. Aliás a lanterna iluminando os cabelos loiros de minha namorada fez eu perceber,não sei porque, naquele momento, o quanto ela era linda.



Assustada, escondia os seios com as mãos.



O PM imediatamente mandou que saíssemos e encostassemos no carro.



Falei para eles esperarem um momento porque precisamos nos vestir.



Eles não permitiram, um deles saiu da viatura acompanhado pelo outro com as armas nas mãos e disse que era para nás encostar no nosso carro de costas do jeito que estávamos.



Começaram a revistar o carro, não encontraram nada.



Pensei que iam nos liberar, mas para minha surpresa eles chegaram por traz de nás e começaram a alisar eu e minha namorada.



Um deles foi logo tirando o pau pra fora, que estáva completamente duro e começou a esfregar na gostosa bunda de minha namorada.



Ela estava assustada e eu também mas, por medo, não esboçamos reação. Como o local era deserto estávamos nas mãos deles.



O PM com uma grande força pegou ela no colo e a colocou de frente no capô do carro. Começou a penetrá-la com força. Eu tive que assistir de boa pois o outro PM estava com a arma apontada para mim.



Não sei porque, achei que minha namorada talvez estivesse gostando, pela sua expressão, apenas tinha medo doque podia acontecer depois, mas via na expressão dela um certo prazer.



O cara fodeu, mamou os seios e chupou a buceta dela, enfim, fez tudo que tinha direito. Por fim gozou, para sorte minha tirando a pica da buceta dela antes de fazê-lo.



Imediatamente o outro policial entregou a arma para ele e foi até ela.



O outro policial era um negro muito alto.



Coitada de minha namorada! Ficou pequena nas mãos dele.



Ele pegou ela no colo, dava tapas na bunda dela,enquanto segurava seus longos cabelos e começou a lamber seu cuzinho, coisa que nunca fiz.



Por fim acabou gozando.



Terminada a festa entraram na viatura sem dizer uma única palavra e foram embora.



Eu e minha namorada, assustados, também entramos no nosso carro, pusémos nossa roupa e saímos em disparada.



Fomos embora pensamos em denunciar os policiais mas preferimos manter segredo até hoje.



Na época para nás foi muito traumatizante pelo medo de uma indesejável gravidez ou doença o que, felizmente, não aconteceu. Nunca mais voltamos naquele lugar.



Eu era muito apaixonado por minha namorada e ela por mim e tal episádio não abalou nossa relação. Casamos, tivémos um filho e somos felizes.



Aliás até hoje ela tem medo de policiais.



Pra falar a verdade atualmente, com calma, relembramos o ocorrido e até fantasiamos, afinal de contas não dá para levar tudo na ponta da faca.