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NÃO CHORES POR MIM ARGENTINA...

Viajo muito pelo mundo e apesar de minha idade já estive em quase todos os países dos 5 continentes. Um dos motivos de minhas viagens é porque sou modelo e desenvolvo trabalhos artísticos. O que narrarei agora aconteceu comigo durante uma semana que passei em Buenos Aires, Argentina, há alguns anos. Fui sozinho passar uma semana na Argentina para descansar e fiquei hospedado no Hotel Bauer, no centro de Buenos Aires... mas fui mesmo com o intuito apenas de descansar, porém o destino me fez ter três interessantes (e gostosas) experiências.



Na terceira noite em que estava lá, já um pouco cansado da tranquilidade do local, resolvi sair para dar uma volta, já que o centro da Capital Federal sempre era movimentado, a qualquer hora do dia e da noite... Eram aproximadamente 1:30 da manhã e lá fui eu andando sem rumo, com terno da linha Yve Saint Laurent (gosto sempre de andar bem arrumado), até que em determinado momento vi um rapaz de aproximadamente 30 e poucos anos, loiro, também muito bem vestido, do outro lado da rua, indo sentido contrário ao meu.



Olhei-o e houve recíproca no olhar. Mesmo sem jeito e tímido (apesar de minha profissão sou bastante tímido), atravessei a rua e fui andando em direção a ele, que havia parado. Sem saber o que fazer, passei reto por ele e ainda nos olhamos um pouco. Ele começou então a me seguir, mantendo uma certa distância também. Então, por impulso, parei e comecei a olhar uma vitrine, esperando que ele tomasse alguma ação ao passar por mim. Ao chegar à vitrine na qual eu estava olhando, ele parou e também começou a contemplá-la, dizendo a seguir seu nome e o quanto ele me achava interessante.



Meu espanhol, na época, era um verdadeiro portunhol e ele nada falava em português ou inglês. Mas mesmo assim conseguimos manter uma conversa a altura de nos entendermos. Começamos a andar novamente e ao passar pelo hotel onde eu estava hospedado, disse-lhe que eu ficaria por ali e ele me pediu para que continuasse caminhando com ele, pois ele queria me mostrar uma coisa. Caminhamos então até a praça do Monumento, localizada práxima ao Congresso Nacional e alí, num lugar um pouco afastado da visão dos poucos que passavam, ele segurou em minha mão e puxou-me para ele, dando-me um beijo de tirar o fôlego.



Não resistindo seu beijo e seu toque, abri o zeeper de sua calça e tirei aquele cacete argentino para fora, abaixando-me e sugando com maestria aquele cacete. Quando ele ia gozar, tirei seu pau de minha boca e o masturbei, até sentir aquele líquido quente por entre meus dedos... Marcamos para nos encontrar novamente no dia seguinte, pois ele me levaria até sua casa, onde então comeria uma deliciosa comida anglo-brasileira: meu cuzinho.