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MINHA PRIMEIRA TRANSA NA UNIVERSIDADE

Olá. meu nome é Thamires, tenho 38 anos, sou casada a 5 anos.

Depois de ler vários contos aqui, achei interessante contar um pouco de minhas experiências sexuais.

Bom, minha iniciação sexual foi bem cedo. com 19 anos, perdi minha virgindade com meu primeiro amor. Mas hoje vou contar outro momento de minha vida. vou de forma alternada com meus contos.

Esse momento começa quando terminei meu namoro de 4 anos com o Danilo. Eu tinha 21 anos de idade, estava muito deprimida com o fim desse namoro. Tinha sido um namoro muito apaixonado, o Danilo foi meu primeiro namorado, mas eu estava muito desgastada, no último ano de nosso namoro era recheado de muitas brigas, foi horrível a forma que terminamos.

Em 1992, então com 20 anos, fui estudar medicina numa universidade da capital, como eu morava no interior, tive que me mudar para uma república.

Lá eu dividi o quarto com uma mulher, muito bonita, de minha altura (por volta de 1,72), morena, de seios bem definidos e volumosos, com um quadril não muito chamativo, nem que passava despercebido.

Ela era apelidada de Déia, fazia moda.

Depois de algum dividindo o quarto com ela, fomos pegando uma amizade bonita, carinhosa. Ela me dava muitos conselhos para com o Danilo. Conversavamos sobre tudo. Partilhavamos nossa intimidade, ela me dava dicas de como dar mais prazer para meu namorado...

Alguns meses depois veio o fim do namoro, fiquei arrazada e lá estava a Déia para me consolar, aconselhar. Ela me acolhia, como uma mãe acolhe um filho. estava muito debilitada, magoada e deprimida, com isso nos aproximamos mais ainda. Uma noite de quinta-feira então, ela estava me ajudando a estudar para uma prova de bioquímica, quando do nada ela me chamou para ir com ela à um barzinho universitário que tinha práximo a universidade. Reagi com desdém quando me propôs. Disse que precisava estudar para essa prova, que não tinha tempo para sair. Então ela fechou os livros e caderno e me puxou para defrente ao seu armário. Lá ela pegou um vestido rosa claro com alguns corações decorando o tecido por todo e, me deu, dizendo;



- Prove este vestido, acho que ele vai ficar átimo em você.

- Mas Déia, estou sem cabeça para sair, beber, ver pessoas. Ainda me sinto despreparada para isso.

- Deixe de ser besta. Você está sem cabeça pra estudar também, precisa se divertir um pouco, ficar sá estudando não vai adiantar, tu não vai aprender nada com a cabeça cheia de problemas!



Depois que ela insistiu muito, resolvi provar o vestido.

Apás me vestir, ela fez uma maquiagem em meu rosto, deixando meus olhos bem em contraste com o vestido, era uma maquiagem clara, bem definida.

Ela usava um vestido lilás, que ficava na metade de suas coxas, estava com um salto agulha, maquiagem clara também, combinando com seu vestido. Tranças estilho Maria Chiquinha, estava muito bonita e atraente.





- Déia, você está fabulosa!

- Claro, meu bem! Tenho que ficar bonita, uma mulher bem vestida, é desejada por todos os homens, e invejada por muitas mulheres!

(Ela realmente estava incrível com aquele vestido, confesso que me senti atraída por ela).



Então nás saímos da república, em direção ao bar universitário. Não era muito longe, dava uns 19 minutos de caminhada, sá tinhamos que atravessar todo o campus, para chegar lá.

Chegamos lá já passava das 23h, o garçon a cumprimentou (parecia que se conheciam há tempos), perguntou se queria a mesa de sempre, ela disse em um tom bem doce, que sim.

Então o garçon nos acompanhou até uma mesa, que dava vista para um bosque com um lago artificial. Era uma vista muito bonita, as luzes em volta refletiam na água, trazendo uma sensação de tranquilidade. Tinha um som ambiente muito gostoso, senão me engano, tocava Legião Urbana, (isso bem na época em que a Legião fazia um grande sucesso).

Ela pediu duas caipirinhas e uma garrafa de cerveja. Cinco minutos depois o garcon voltou com as caipirinhas, cerveja e um maço de cigarros. Achei estranho o maço de cigarro, pensei que tinha trazido por engano, mas logo Déia puxou um cigarro e acendeu.



- Não sabia que você fumava, Déia.

- Na verdade não me considero fumante. Sá fumo quando estou aqui bebendo, uma vez vi isso em um filme francês, e achei muito senxual.

- Mas você sabe que são prostítutas de cabaré, que fazem isso, não sabe?

- Meu bem, todas as mulheres que fazem sexo, são prostítutas! Umas fazem por prazer, outras por dinheiro. Não têm essa de ser santinha, ou certinha. Toda mulher que chega no grau de íntimidade como o sexo, está se prostituíndo.



Ri daquele seu comentário e, tomei um gole da caipirinha.

Depois de uns 20 minutos, chegaram à nossa mesa dois rapazes e uma moça. Eles a cumprimentaram, então ela me apresentou aos três.



- Esse é o Pedro, Fábio e, Carol.



Nos cumprimentamos e, começamos a bater papo. Uns quinze minutos depois, Fábio levantou-se e cumprimentou com um beijo muito terno uma moça, confesso que fiquei excitada com aquele beijo.

Então os dois se dispediram e foram em direção à saída do bar.

Um tempo depois Déia saiu com a Carol, disse que iam pegar algumas bebidas, que logo voltavam a nos acompanhar.

Pedro começou a me perguntar de onde era, minha idade, qual curso fazia, se tinha namorado, essas coisas que as pessoas perguntam quando se conhecem.

Fiquei meio reciosa em falar sobre minha situação amorosa, então não comentei, acho que ele percebeu e não insistiu em perguntar novamente.

Comentou que cursava administração e tinha uma empresa com o irmão e o pai. Derepente as duas voltaram a mesa, comentei ao pé do ouvido de Déia, que não queria ficar sozinha com Pedro, que estava constrangida com aquela situação, que não tinha jeito para falar com os homens...

Déia deu uma gargalhada gostosa e disse em voz alta;



- Relaxa, um passo de cada vez! Se tentar correr, vai tropeçar e cair!



Confesso que achei engraçada sua frase, pensei bem e me fez sentido. Não ia pré-jungar Pedro, o fato dele ser homem, não significava que ele iria arrancar minha roupa ali mesmo e transar comigo.

Embora sentia que ele olhava com o canto dos olhos para o decote de Déia. Mas nada que um homem não faria com uma mulher linda ao seu lado.

Então, Déia me puxou para um canto;



- Thami, preciso ir à um lugar com a Carol, fiquei aqui com o Pedro. Ele é gente boa, não vai fazer nada errado. Ele sabe respeitar as mulheres. Na verdade, ele respeita tanto, que chego a acgar que ele é gay. (risos).

- Mas Déia, não me deixe sozinha aqui, por favor. Não sei o que conversar com ele. E, sinceramente, não acho que ele seja gay. Fica olhando de canto para seus seios.

- Hahahahahaha. Fique tranquila, meu bem! Ele é uma boa companhia, vai te fazer rir, pode acreditar. Ele têm cada histária interessante. Realmente preciso sair com a Carol, temos que ir à um lugar, resolver umas coisas urgentes. Se eu não voltar em duas horas, peça para que te leve para casa. Chego lá assim que puder.



Elas saíram e fiquei ali conversando com o Pedro. Realmente ele tinha umas histárias bem engraçadas. Me diverti muito, foi uma átima companhia pra mim.

Quando olhei para o relágio, era quase 4h, disse que estava muito tarde, que precisava ir para casa, afinal, 8h tinha que estar na universidade. De imediato ele se ofereceu para me acompanhar até à república.

Aceitei sua companhia, no caminho ele contou mais algumas piadas e quando percebi já estava em frente a porta de casa. Me despedi dele com um beijo no rosto e, comecei a subir as escadas.

Ao abrir a porta do quarto, vi uma cena que me deixou encabulada e excitada. Vi Déia na cama com a Carol. Acho que não perceberam quando abri a porta, tinha uma música tocando em um volume consideravel.

Entrei no quarto sem fazer barulho e, como minha cama ficava do outro lado do quarto, caminhei até lá e, tirei meus sapatos o vestido e me deitei, tentando fazer e menor barulho possível.

Tava meio escuro, então quase não conseguia ver nada, sá dava pra ouvir muita pouca coisa do sexo das duas, afinal, o som estava um pouco alto. às vezes penso que ela ficou com o som alto de propásito, para que eu ouvisse sua transa com a Carol. Aqueles gemidos de prazer, me deixavam excitada e envergonhada, virei para o lado e tentei dormir.

Eram 8h30, quando acordei com o despertador. levantei rápido da cama, lavei o rosto, vesti a primeira coisa que vi na frente e corri para o campus, afinal, tinha uma prova que precisava fazer. Quando saí de casa Déia estava dormindo, aparentemente nua, não deu pra ver muita coisa de seu corpo, vi pouca coisa de um de seus belos seios.

Quando voltei para casa no intervalo das aulas, Déia continuava a dormir, achei necessário acordá-la, afinal, ela tinha aula algumas horas depois. Ela abriu os olhos e perguntou-me que hora era, informei que já passava do meio-dia, ela sentou-se na cama, deixando seus seios descobertos, quando os vi, senti uma grande inveja pelo par de seios lindos que ela tinha. Ela levantou, estava sem calcinha, vi que ela não tinha pêlos púbicos, encabulada fui até ao banheiro urinar, derepente ela entra no banheiro e abaixou-se para pegar um novo tubo de creme dental no armário da pía, dei para ver a forma perfeita de sua vagina, confesso que nunca tinha visto lábios como os dela. Eram morenos, bem definidos. Na hora não tive reação, então levantei e saí do banheiro. Derepente ela chega no quarto e me pergunta a que hora cheguei em casa. Não consegui mentir, então le disse que já passava das 4h.

Ela fez uma cara de indiferença, e perguntou-me como foi a aula. Respondi que cheguei atrasada, e que a aula estava um saco, estava sem ânimo para voltar no segundo turno, pra assisti outra aula.

Pensou e fez uma cara de safada, disse;



- Você viu alguma coisa quando chegou, thami?

- Coisa? que tipo de coisa, você se refere?

- Viu ou não?

- Sinceramente?

- Sim!

- Sim, percebi que você estava dormindo com alguém.

- Bom, somos amigas, não preciso esconder minha intimidade de você. Transei com a Carol. Não sou lésbica assumida, sabe? Sinto atração sexual tanto por homens como por mulheres. Aquela hora em que saímos para pegar bebidas, começamos a ficar, então senti uma necessidade de transar com ela. Porque acho ela atraente e, gosto de transar. Uni o útil ao agradável.

- Posso ser sincera contigo, Déia?

- Sim, somos grandes amigas, não? Sou sincera contigo sempre.

- Fiquei envergonhada com aquela situação. entrei no quarto e fui me deitar. ao ouvir pouca coisa da transa de vocês, aquilo me excitou um tanto. Mas fiquei muito encabulada com a situação.

- Você nunca transou com uma menina, não é Thami?

- Não.

- Já teve vontade, ou atração por uma mulher?

- Vontade nunca senti. Mas sim, têm mulheres que me atraem, por suas belezas, às vezes desejo ter a beleza de alguém. Te acho muito atraente por exemplo.

- Não respondeu por completo minha pergunta, Thami!

- Já tive curiosidade em ficar com uma mulher sim, Déia.



Comecei a ficar encabulada com aqudela conversa, então resolvi voltar para a universidade, embora faltasse quase uma hora para as aulas recomeçarem.

Ao chegar em casa à noite, a Déia já não estava, tinha ido para sua aula.

Naquela noite fui dormir cedo, então não vi quando ela chegou.

No sábado pela manha, quando acordei, Déia não estava em sua cama. Fui tomar um banho, para me aliviar do calor que estava naquele sábado de manhã. Costumo a tomar banhos demorados, gosto de brincar no chuveiro...

Durante o banho me bateu uma grande curiosidade. Nunca tinha me masturbado, então fresolvi tentar, para saber como era... Depois de uns cinco minutos massageando meu clitáris, resolvi para com aquele ato. Estava me sentindo desconfortável. Terminei de tomar banho, então saí do chuveiro, quando entro no quarto, me deparo com a Déia trocando de roupa, ela me cumprimentou normalmente, sentei na cama, pensei um pouco, então resolvi lhe perguntar uma coisa, que parecia ser muito estranha, afinal eu nunca tinha feito aquilo e isso me deixava encabulada.



- Déia, você já se masturbou?

- Sim, por quê?

- É que eu tentei durante o banho, mas não senti nada, me senti desconfortável, então parei depois de alguns minutos.

- Tu não sentiu nada, mesmo?

- Não, achei estranho.

- Quer que te mostre como faz pra ficar confortável e gostoso?



Exitei por alguns instantes, então acabei concordando.

Ela sentou-se em minha cama encostada na cabeceira, com as pernas abertas em minha direção. Vi seu clitáris exposto, estava duro e molhado. Parecia que ela havia se excitado apenas com o fato de mostrar sua vagina durante uma apresentação de masturbação para mim.

Ela começou a masturbar-se, fiquei vermelha, mas não consegui desviar meu olhar de dua vagina.



- Durante a masturbação, você consegue sentir prazer de verdade, mesmo sem penetração vaginal?

- Sim, consigo, a motivação clitoriana, é fantástica. Por favor, quando se trata de sexo, não diga vagina! Esse é um termo para ser usado na medicina, Diga boceta, Xota, ou qualquer outro nome excitante.

- Ah, tudo bem. tinha uma grande receio em utilizar nomes derivados...



Depois de um tempo ela me perguntou se eu queria lhe tocar, para me mostrar como era feito o movimento de masturbação em seu clitáris.

Exitei por uns instantes, mas encarei aquilo como um conhecimento de anatômia. deitei-me ao seu lado e lhe sedi minha mão esquerda.

Derepente ela puxou minha toalha, deixando meu corpo nu completamente descoberto, minhas pernas estavam fechadas, e rígidas. Ela tirou sua mãe de sua boceta, e começou a acariciar meus seios. Fiquei chocada com aquilo, achei estranho uma mulher me acariciando nos seios, mas então sedi, para ver no que ia dar, afinal de contas, tinha curiosidade, de como era ficar com uma mulher.

Contionuei com os movimentos em sua boceta, ela começou a chupar meus seios, lambia e mordiscava o bico de meus seios, eles ficaram bem rígidos, começava a senti prazer, como nunca tinha sentido tanto prazer em meus seios, então ela desceu uma de suas mãos para minha boceta e começou a massageá-la, comecei a me contorcer de prazer, estava muito excitada, quando ela abocanhou minha boceta, dei um grito de prazer, um grito tímido e cheio de tesão.

Ela ficou de quatri chupando minha boceta, enquanto me contorcia e acariciava meus seios, comecei a sentir mais prazer e a gozar, foi um gozo maravilhoso, foi o orgasmo mais intenso que tinha tido até então...

Foi aí que tomei a atitude de chupá-la também, ficamos em posição de 69, aquilo foi mágico, ela começou a lâmber em movimentos circulares em volta de meu cu, achei estranho no começo, mas aquilo foi me dando mais prazer ainda, até que cheguei a mais um orgasmo. ela enfiava sua lingua em minha boceta, em movimentos de vai e vem. Derepente ela levantou-se foi até seu armário e voltou com uma vela, acendeu e ao começatr a derreter, foi caindo pingos de cera em minha boceta, aquilo me levou a loucura, ela penetrava sua língua em minha boceta e a cera pingara nos lábios, gozei novamente. Depois ela deitou-se ao meu lado e pegamos no sono. Quando acordei ela estava tomando banho, fui até ao banheiro para urinar, me perguntou o que tinha achado de minha primeira experiência lésbica, disse que achei estranho no começo, mas que depois adorei. Ela disse que tinha uma surpresa para a noite, que não deveria sair de casa. Pediu para que eu fosse ao mercado e comprasse algumas cervejas, fui ao mercado comprei cervejas e duas latas de leite condensado (sou completamente viciada em leite condensado com chocolate). Por volta das 22h ela chegou em casa com uma sacola, lhe perguntei o que era e me disse que era um consolo para que pudessemos brincar mais tarde.



- Comprou a cerveja que lhe pedi, Thami?

- Sim, comprei!

- Sério que você comprou um consolo, Déia?

- Abra a sacola e veja.



Abri a sacola e vi um consolo, na etiqueta tinha as dimenções 22x8, era realmente grande, imaginei como seria transar com um cara com um pinto daquele tamanho, acho que me rasgaria e eu gozaria muito.

Derepente ela veio com duas latas de cerveja e uma de leite condensado.



- Comprou esse doce pra nos divertirmos é?

- Não sei, o que pensa em fazer?



Ela não disse nada, se aproximou de mim começando a me beijar na boca, foi um beijo bem intenso, o melhor beijo que já recebi, começou a lâmber e mordiscar meu pescoço. Me ofereceu a cerveja e começamos a beber e rir...

Lá pelas tantas, quando já estava bêbada, começamos a nos agarrar, ela tirou minha roupa e se despiu, pegou a lata de leite condensado e começou a derramá-lo sobre meu corpo, a sensação do doce caíndo em meu corpo era fantástica, aquilo tava me deixando completamente molhadinha. Ela começou a lâmber todo o leite condensado de meus seios e barriga, quando chegou em minha boceta, jogou leitei condensado, no clitáris e dentro de minha bocetinha, ela chupou muito gostoso, gritava de prazer com aquela sensação maravilhosa, comecei a gritar " - vou gozar, ah, vou gozar", ela enfiu a língua em minha bocedinha e começou a sugar, gozei muito, ela sugou todo o leite condensado que tinha em minha boceta e meu gozo também.

Derepente ela trás para a cama aquele consolo de 22x8, e lambuzou ele no leite condensado ( já estava na segunda lata), então começou a forçálo em minha bocetinha, então por fim ela enfiou aquele consolo na minha boceta, na hora gritei de dor, mas começou a ficar gostoso aquele movimento de vai-e-vem, enquando ela metia o consolo em mim, chupava meu clitáris, gozei de novo, agora com mais intensidade, então ela pediu pra que eu enfiasse o consolo em seu cuzinho, achei estranho, mas concordei. derramei o que restava de leite condensado em seu corpo e comei a chupar do pescoço aos pés, quando cheguei em sua bocetinha, ela tava muito quente e moilhada, pulsava de tesão, ela implorava pra que eu metesse em seu cuzinho, então comecei a chupar seu cuzinho, deixando bem lubrificado, para meter o consolo em seu cu, então começei a metê-lo, ela gritava de tesão " - mete mais raído, chupa minha boceta, me faz uma puta feliz, mete, tô gozando!", derepente ela começou a se contorcer e gritou de prazer com o orgasmo " - aaaah, aaaaaaaaaaaah, que delia, fez exatamente como gosto!", édiu pra que me deitasse ao seu lado, e nos beijamos ternamente.



às vezes nás transávamos, mas aí depois de dois anos ela se formou e transamos pela última vez. ela se mudou para o apartamento que seu pai lhe deu de presente em outra cidade, transamos pela última vez.

Faltavam ainda quatro anos para eu me formar, trocavamos duas cartas por semana, nossa relação foi muito intensa, um ano antes de eu terminar meu curso, ela se casou com um jornalista e, depois disso nos falamos muito pouco.

trocamos telefonêmas e conversamos no msn ainda. Ela foi minha segunda paixão, aprendi muito com ela.





Bom, essa é a primeira de outras confissões que farei aqui. Até a práxima.